O mundo está preso por um fio. Tóquio uma cidade de 12 milhões de habitantes pode ficar deserta por muitos e muitos anos. Todas as cidades e locais num perímetro de 300 kms podem ficar sem condições de habitabilidade para os seres vivos.
O Comissário Europeu da Energia, que supostamente sabe desta matéria muito mais que os comum dos mortais, fala já em Apocalipse Now!
Depois do acidente, vêm as acusações: central nuclear obsoleta ( e isto no Japão), ocultação sistemática de problemas graves ocorridos ao longo dos anos, edificada sobre uma falha tectónica e com um deficiente sistema de refrigeração.
O mundo está preso por um fio do que vai acontecer na central nuclear de Fukushima.
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quarta-feira, 16 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Central nuclear explodiu no Japão
Afinal onde está a total segurança das centrais nucleares apregoada por Pintos de Sá, Miras Amarais e outros que tais? Eu, se mandasse, prendia-os a todos.
Não há dados oficiais sobre a dimensão da catástrofe mas especula-se que tenha havido fusão do núcleo do reactor. Os 4 técnicos, que trabalhavam na redução da temperatura dos reactores da central a fim de evitar a fusão do núcleo devido à falência dos sistemas de refrigeração, ficaram feridos.
Nas proximidades da central foi detectado césio radioactivo o que poderia indicar uma fusão nuclear no reactor. O nível de radioatividade na área da central nuclear é mil vezes superior ao normal.
Walt Patterson, um analista do instituto de investigação Chatham House, de Londres, considerou que é cedo para perceber se a explosão de Fukushima pode vir a produzir os mesmos níveis de contaminação radioativa do desastre de Chernobyl. Todavia, o mesmo perito reconhece nos acontecimentos do Japão sinais semelhantes àqueles que ocorreram em 1989.
A população residente num raio de 20 quilômetros ao redor da central foi evacuada.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
MANIFESTO CONTRA O MANIFESTO
Não à opção nuclear.
A água é nossa. O urânio enriquecido não.
Não à opção nuclear.
O vento é nosso. O plutónio não
Não à opção nuclear.
A biomassa é nossa. A construção de centrais nucleares não.
Não à opção nuclear.
O sol é nosso. O equipamento nuclear não.
Não à opção nuclear.
As ondas são nossas. A manutenção de centrais nucleares não.
Não à opção nuclear.
A geotermia é nossa. Os técnicos e a tecnolologia nuclear não.
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A água é nossa. O urânio enriquecido não.
Não à opção nuclear.
O vento é nosso. O plutónio não
Não à opção nuclear.
A biomassa é nossa. A construção de centrais nucleares não.
Não à opção nuclear.
O sol é nosso. O equipamento nuclear não.
Não à opção nuclear.
As ondas são nossas. A manutenção de centrais nucleares não.
Não à opção nuclear.
A geotermia é nossa. Os técnicos e a tecnolologia nuclear não.
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sexta-feira, 2 de abril de 2010
Monos para as repúblicas de bananas?
Ainda a propósito do Manifesto dos 33 Moscateiros
Andam a querer impingir-nos centrais nucleares obsoletas e altamente poluentes (sim, porque geram resíduos radioactivos que depois ninguém sabe o que fazer deles) quando no horizonte se perfilham novas centrais nucleares de energia limpa: as centrais nucleares de 4.ª geração, mais seguras, mais eficientes e com muito menos emissões de elementos radioactivos.
E continua a investir-se massivamente em CENTRAIS DE FUSÃO NUCLEAR, sonho de há muito perseguido pelo homem de recriar na terra as estrelas dos céu, e que não originarão os mesmos problemas das actuais centrais baseadas na cisão nuclear, pois:
Andam a querer impingir-nos centrais nucleares obsoletas e altamente poluentes (sim, porque geram resíduos radioactivos que depois ninguém sabe o que fazer deles) quando no horizonte se perfilham novas centrais nucleares de energia limpa: as centrais nucleares de 4.ª geração, mais seguras, mais eficientes e com muito menos emissões de elementos radioactivos.
E continua a investir-se massivamente em CENTRAIS DE FUSÃO NUCLEAR, sonho de há muito perseguido pelo homem de recriar na terra as estrelas dos céu, e que não originarão os mesmos problemas das actuais centrais baseadas na cisão nuclear, pois:
- não utilizarão combustíveis radioactivos já que a sua matéria-prima é basicamente hidrogénio;
- os produtos das reacções nucleares serão átomos de hélio, um gás inofensivo, ao contrário dos resíduos radioactivos produzidos nas centrais nucleares convencionais;
- a matéria-prima é abundante na Terra (basta pensar que cada molécula de água contém dois átomos de hidrogénio);
- em caso de acidente na central não se colocarão os problemas ambientais associados às actuais instalações nucleares.
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