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quarta-feira, 16 de março de 2011

Apocalipse Now!

O mundo está preso por um fio. Tóquio uma cidade de 12 milhões de habitantes pode ficar deserta por muitos e muitos anos. Todas as cidades e locais num perímetro de 300 kms podem ficar sem condições de habitabilidade para os seres vivos.
O Comissário Europeu da Energia, que supostamente sabe desta matéria muito mais que os comum dos mortais, fala já em Apocalipse Now!
Depois do acidente, vêm as acusações: central nuclear obsoleta ( e isto no Japão), ocultação sistemática de problemas graves ocorridos ao longo dos anos, edificada sobre uma falha tectónica e com um deficiente sistema de refrigeração.
O mundo está preso por um fio do que vai acontecer na central nuclear de Fukushima.

sábado, 12 de março de 2011

Central nuclear explodiu no Japão


Afinal onde está a total segurança das centrais nucleares apregoada por Pintos de Sá, Miras Amarais e outros que tais? Eu, se mandasse, prendia-os a todos.


A central nuclear de Fukushima, no Japão, explodiu em virtude do terremoto de magnitude 8,9 na escala Richter que abalou o país. O tecto do edifício que abriga o reactor nuclear desmoronou-se. O nível de radioactividade na central, conhecida como Fukushima 1, aumentou de forma alarmante na sequência do forte sismo. 

Não há dados oficiais sobre a dimensão da catástrofe mas especula-se que tenha havido fusão  do núcleo do reactor. Os 4 técnicos, que trabalhavam na redução da temperatura dos reactores da central  a fim de evitar a fusão do núcleo  devido à falência dos sistemas de refrigeração, ficaram feridos. 

Nas proximidades da central foi detectado césio radioactivo o que poderia indicar uma fusão nuclear no reactor. O nível de radioatividade na área da central nuclear é mil vezes superior ao normal. 

Walt Patterson, um analista do instituto de investigação Chatham House, de Londres, considerou que é cedo para perceber se a explosão de Fukushima pode vir a produzir os mesmos níveis de contaminação radioativa do desastre de Chernobyl. Todavia, o mesmo perito reconhece nos acontecimentos do Japão sinais semelhantes àqueles que ocorreram em 1989.

A população residente num raio  de 20 quilômetros ao redor da central foi evacuada.







quarta-feira, 7 de abril de 2010

MANIFESTO CONTRA O MANIFESTO

Não à opção nuclear.
A água é nossa. O urânio enriquecido não.

Não à opção nuclear.
O vento é nosso. O plutónio não

Não à opção nuclear.
A biomassa é nossa. A construção de centrais nucleares não.

Não à opção nuclear.
O sol é nosso. O equipamento nuclear não.

Não à opção nuclear.
As ondas são nossas. A manutenção de centrais nucleares não.

Não à opção nuclear.
A geotermia é nossa. Os técnicos e a tecnolologia nuclear não.

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sexta-feira, 2 de abril de 2010

Monos para as repúblicas de bananas?

Ainda a propósito do Manifesto dos 33 Moscateiros

Andam a querer impingir-nos centrais nucleares obsoletas e altamente poluentes (sim, porque geram resíduos radioactivos que depois ninguém sabe o que fazer deles) quando no horizonte se perfilham novas centrais nucleares de energia limpa: as centrais nucleares de 4.ª geração, mais seguras, mais eficientes e com muito menos emissões de elementos radioactivos.

E continua a investir-se massivamente em  CENTRAIS DE FUSÃO NUCLEAR, sonho de há muito perseguido pelo homem de recriar na terra as estrelas  dos céu, e que não originarão os mesmos problemas das actuais centrais baseadas na cisão nuclear, pois:
  1. não utilizarão combustíveis radioactivos já que a sua matéria-prima é basicamente hidrogénio;
  2. os produtos das reacções nucleares serão átomos de hélio, um gás inofensivo, ao contrário dos resíduos radioactivos produzidos nas centrais nucleares convencionais;
  3. a matéria-prima é abundante na Terra (basta pensar que cada molécula de água contém dois átomos de hidrogénio);
  4. em caso de acidente na central não se colocarão os problemas ambientais associados às actuais instalações nucleares.
Andará o lobby nuclear a despachar monos tecnicamente obsoletos para as repúblicas de bananas?